Sabemos olhar!
2 de set. de 2011
11 de ago. de 2011
SEU ERRO É A INGENUIDADE
Essa “ingenuidade” é atribuir uma simplicidade extrema ao outro, a falta de bom senso quando falamos tolices e disparates; ou alguém que crê com facilidade em tudo e todos por ignorância.
No entanto, quero frisar que a malícia é pura propensão ao maligno, uma astúcia que engana e devora, muito danosa essa mordacidade pungente.
O ser ingênuo circula no significado de "SEM MALÍCIA", que é um ser natural, INOCENTE e simples.
Encontramos a inocência nas crianças, seres ingênuos que nos fascinam, lembrei-me de uma música do David Quinlan intitulada: Quero ser como Criança.
Essa música desafia o adulto à voltar a ser criança, por se tornar independente, ele é levado aos questionamentos, portanto, voltar a inocência é querer o amor, o afago e o abraço de Deus. É linda demais.
Em particular quero errar com inocência, do que acertar com malícia.
O meu escopo é não crer com facilidades, não dá pareceres ignorantes e não margear nas tolices, mas quero ser ingênua de coração atento e olhar considerado.

3 de ago. de 2011
ARREPENDIMENTO
“Se arrependimento matasse eu estaria morto”.
É uma frase usual nos lamentos por algo que foi feito ou não feito, dito ou não dito.
É desta contrição profunda e pessoal que desejo escrever:
- O arrependimento não mata mesmo, mas a falta dele sim.
No nosso intimo, guardamos muitos sentimentos, características e defeitos, que precisamos trabalhar dia a dia, é nesta elevada consciência de que somos passíveis da arrogância, das certezas nevoadas, um equilíbrio de compasso demorado.
Arrependimento é uma pequena e importante janela de grandes mudanças e é através dela que podemos enxergar horizontes magníficos, para belas fotografias.
O evangelista Lucas em seu capítulo 5 verso 32, diz: “Eu não vim chamar os justos, mas, sim, os pecadores, ao arrependimento”, esse chamado vem do Senhor em sua Glória e Poder, o Verdadeiro que trabalha no íntimo do homem, e cada falha seja revista e levada ao arrependimento.
Então, concluo que arrepender-se é sábio, e edifica uma nova vida, como um “estalo” para a melhoria de nós mesmos.
Portanto, Se arrependimento matasse eu estaria morto ??????
- Não, o arrependimento traz você a vida e jamais a morte.
Pense nisso!

27 de jul. de 2011
AO PAI AMERICANO, COM AMOR!
O Pai Americano: Inteligente, intenso, discreto, sincero, argumentador, sensível, equilibrado, sonhador, sentimental e de natureza sociável.
Sua incansável tentativa por justiça, sem medos das mudanças, mesmo com razões que para alguns seja incompreendida.
O “brilho maior” é o direito de toda criança ser amada.
O homem só dá aquilo que tem, encontrei nele muita vontade de cuidar e amar à tão linda flor (sua filha), nas tantas mudanças marcou-se à hora de florescer.
Testemunhei um cuidado disciplinado, calmo e vigorosamente aplicado, bom senso gracioso, e da sua parte não existiu algo que se destoa.
Manter esse convívio “pai-filha” - é acertar o quanto um pode ser encantador para o outro, há vantagens nessa relação que cresce afetivamente.Ele, o Pai Americano, quer mergulhar de forma sincera na paternidade, capaz de ser submerso por zelo e preservação.
Antes, estive me perguntando, qual preço teria que pagar para centralizar a atenção do meu filho Israel, nós mães achamos que temos mais dos nossos filhos, é um equivoco presumir.
Ninguém substitui uma mãe e ninguém substitui um pai, não importa em que grau seja essa ligação.
Não posso apagar nenhuma linha da historia do meu filho, afinal, ele foi amado e desejado antes, durante e após o seu nascimento, aceitar sua história é respeitar sua vida individual e sem egoísmos.
O Sertão Pernambucano é nossa Pátria com seus preconceitos e rumores de violências, mas ainda extraem-se raízes boas de um povo plural, e foi nesse jardim que Deus escolheu para o Pai Americano “paternar”, nesse berço cultural complexo.
No "O lado pesado da balança", tópico que retrato a indiferença da justiça no tratado quanto ao destino em seus acordos e julgamentos.
O mais importante de tudo e soberano acerto, é o bem estar das crianças, sem que nenhum adulto use de elementos para alienar esses pequeninos, para que cresçam saudáveis, constantes, alegres, prósperos e aos poucos o melhor depreender dos sentimentos, que aflorará em seus coraçõezinhos: "O AMOR!"
Ao
THE AMERICAN FATHER, WITH LOVE!
Matthew H. Guidera, H.C.
Certified Holistic Health Practitioner
Regeneration & Nutritional Wisdom
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11 de jul. de 2011
MAIS DO QUE POSSO LEVAR

Sinto-me sobrecarregada, um número excessivo de compromissos, não sei por onde começar.
Nem sempre o começo é o início. Quiçá, a procrastinação de tantas outras.
As urgências são confundidas com as prioridades, e o resultado são atropelos.
Há quem diga que o sucesso é a demanda.
Estamos vivendo na era das pílulas milagrosas, nada mais que uma eufórica harmonia.
Somos máquinas que precisamos de peças para reposição.

MOVER DE SI MESMO
Coragem implica assumir uma preventiva e firme postura, contra o "despeito" pulsante de alguem.
Pois, o "bater no peito", ou seja, o insípido gosto da superior suficiencia nada mais é que uma embuste armadilha de tolo.
Despir a camisa, vai além do tecido, o que esconde a pele, esse tecido é corroído pelo tempo, um tempo que não se conta, não existe calendário, ou rotações com dimensões ordinárias.
Eis aí, algo que precisa ser tomado, por algo que se perdeu...
Não existe volta, pode ser que no "grito", seja escutado na saída do som ecoado.
Eis aí, levanta na força de Deus.
21 de jun. de 2011
O lado pesado da Balança
9 de jun. de 2011
O VELHO CARVALHO
6 de jun. de 2011
IDENTIDADE
3 de jun. de 2011
CRENÇA VACILANTE - "LACÓNICA"
Somos frágeis, propiciáveis reações surpreendentes, descrevo minha insatisfação por coisas que não cabe a mim mudar, intangíveis...
30 de mai. de 2011
O ESPELHO
Intolerante, procurando encontrar em mim a menina que contei ao meu filho Israel, ele sempre declara a frase: EU NÃO SEI! EU NÃO CONSIGO!São retornos negativos que ouço ao solicitar um labor da sua parte, contratei o desejo de contar-lhe uma história:

16 de mai. de 2011
FILHOS FELIZES
O autor Dr. Fabiano Hueb, reúne em capítulos sua experiência de continuar “paternando” numa leitura simples e direta, o sucesso que obteve advindo da relação harmoniosa - pai/filho, mesmo após sua separação.Ele demonstra a maturidade na medida certa, quanto ao papel que cada um dos pais exercerão, na orientação emocional dos filhos, em maior enfoque na obra é o papel do pai.
Observei que a figura materna foi sombreada, ou seja, posta em terceiro plano, acredito que só alcançou essa prática convivente, pelo esforço da mãe. Quiçá! Inexistiria essa obra sem a colaboração da mãe dos seus filhos.
Hueb, oferta um capítulo entoando o tema: Alienação Parental.
Recomendo a leitura!
13 de mai. de 2011
MORADA DO JOÃO
O pássaro João-de-barro conclui seu aconchego, num galho de uma árvore, certo de que abrigaria sua família, inesperadamente um vendaval derruba sua casinha.Por um breve momento o João-de-barro, lamentou-se, culpou-se.
A casinha destruída, tão linda e perfeita, estourada ao chão.
Arrependido de ter feito sua morada no galho, imaginou que se fosse construída em outro, o vendaval não teria vencido.
Ele passou a se culpar, a culpa era forte todos os dias, o temor do inverno e o desamparo era sua queixa.
Não daria mais tempo para construir um novo abrigo, o cambaleante pássaro, retorcia-se em remorso. Porém, não sabia o João-de-barro, que ele não tinha culpa alguma, pasmem! O problema não era o galho da árvore, o problema era o TRONCO. O tronco da árvore estava oco, sem vida, e os galhos estavam fracos, como agüentar o peso de uma casinha?
Por um instante, silenciou os lamentos, observou atentamente, percebeu porém, que aquela árvore não tinha vida, sustentação e segurança.
Alegrou-se pela proeza da sua vida, que é à vontade em construir, e por ser um sagaz engenheiro da natureza, pensou ele: - SIM, HÁ TEMPO DE CONSTRUIR UMA NOVA MORADA!

4 de mai. de 2011
VOCÊ NÃO CONHECE A MALDADE
- Keyla, você não conhece a maldade. (Cambiante idéia numa demasiada inocência, tal frase era receptiva como elogio de brandura; raro nos dias de hoje).
Cravei um olhar, sorriso serrado, ar misterioso no declínio tímido, mantendo a mansidão, e no comando o “silêncio” no cofre imerso as lembranças tempestivas.
Evadi-me timidamente sem respostas, nenhuma vaidade pelo elogio recebido, e assim... caminhando... caminhando... caminhando... “descanso numa pedra” (figurado).
É aqui que deságuo, com águas turvas...
Respondo:
Meu olhar sereno, inocente, manso, silencioso, tão-somente, conhece a MALDADE.
Conhecer não é seguir, nem aceitar como prédica.
Conheço a Maldade da gestação ao nascimento solitário, a esmo nas caatingas nordestinas;
Conheço a Maldade na negação dos seus direitos e seu sobrenome;
Conheço a Maldade em que vale mais o orgulho, do que assumir os erros;
Conheço a Maldade no perder dos cabelos e passar anos sem ver o reflexo da própria face;
Conheço a Maldade no descer dos carros, motivado por pessoas pelo cheiro forte das feridas insuportáveis;
Conheço a Maldade num banheiro de chão glacial, um grito abafado num corpo infante, pele lisa, cabelos longos, sonho de anjo;
Conheço a Maldade quando testemunha um pai agonizando...veias, órgãos e no puxar do gatilho o seu próprio irmão;
Conheço a Maldade quando procura uma parede para recostar e nas mãos sangue de uma vida que vai embora;
Conheço a Maldade de uma mãe que em desequilíbrio tenta o suicídio diante dos seus olhos;
Conheço a Maldade dos irmãos desprezando e competindo uns com os outros;
Conheço a Maldade atroz de um "amor" interesseiro, inventável no bem pessoal;
Conheço a Maldade da negligência no transito que leva vidas importantes e muda tantas outras;
Conheço a Maldade dos dias enevoados;
Conheço a Maldade dos conflitos familiares;
Conheço a Maldade do preconceito militante;
Conheço a Maldade de colegas profissionais;
Conheço a Maldade de acusações infames;
Conheço a Maldade da doença;
Conheço a Maldade da Ignorância;
Conheço a Maldade da individualidade;
Conheço a Maldade na sua tendência à prática ruim de uma “ilustre” iniqüidade;
Conheço a Maldade como sendo o enxofre pungente;
Conheço a Maldade no desenho mal desenhado;
Conheço a Maldade no repúdio pela mesma;
Sim, conheço a perspicácia da malvadeza.
E repreendo a cilada maliciosa em minha vida!
Suscito o “CONHECIMENTO” que infinitamente não preciso regatear.
Afasto qualquer sentimento menor no córrego desprezível.
Assim, silenciosamente permaneço, agradeço os livramentos e consciência do que exponho.
Avante!
Conclusão:
Dando vazão a minha resposta:“Conheço tanto a maldade que prefiro fazer-me inocente, negar a existência de tal, assim, opto esquecer como manejos defensivos”.
19 de abr. de 2011
7 de abr. de 2011
07 DE ABRIL DE 2011
Elas não darão a resposta, o gemer frio da angustia abafa em silêncio. Uma mente doente sem acolhimento familiar, e que vive num sistema cauterizado de uma sociedade desvestida.
Arma em punho, coragem pérfida, velocidade brutal, foi assim que hoje o desespero atropelou a esperança.
O lugar do saber, da preparação, da pesquisa, da construção, da segurança, da disciplina, do ensino-aprendizagem e do futuro, foi cenário sem holofotes, mas clarões foram vistos, destruindo sonhos e vidas investidas, com faces rosadas dos poros da juventude.
Pais, Mães, Familiares... Estamos em sentimentos, como parte da mesma família, que ver nossos filhos em saída no uso dos seus passos, e seus pezinhos são impedidos de continuarem...
Deus É e será sempre o CONSOLADOR!
30 de mar. de 2011
MILAGRE SEU NOME É ISRAEL

29 de mar. de 2011
PONTE PARTIDA
Numa extremidade a figura materna e noutra a paterna, posturas rígidas, braços de gessos cruzados, costas como escudos e na ponte dependura em fina corda o filho; esse é o desenho da atitude conjugal numa separação. 11 de mar. de 2011
1 de mar. de 2011
A BONECA ESCONDIDA
Conheci uma menina em seu frescor, em botões, em sonhos e em caminhos planos ...Ganhou de presente uma boneca gigantesca, os seus pequenos bracinhos não circulavam um abraço.
A mãe não permitia que fosse incluída a boneca entre seus outros brinquedos “reciclados”: Caixinhas de fósforos conjugadas formando um sofá, panelinhas de tampas de refrigerantes, e do lado uma “boneca tijolo”, sim, um tijolo enrolado, peso semelhante um recém nascido, mimos nesse tijolo, todo enrolado por retalhos esquecidos nos armários.
A imaginação infante não se explica, mesmo sem o preparo da fala, demonstra em expressões.Brincadeira essa, que a menina dividia sua “casinha” de pequenas tábuas, essas tábuas caiam num estreito córrego. Ao longe, continuei observando aquela inesperada cena, tantos restos de “coisas” recicladas, nada inteiro para se brincar e num quarto ao lado, estava ela: Aquela suntuosa e imensa boneca “solitária”.
As tábuas caiam no córrego, irritando-a aborrecida em gritos, mas acorda um adulto, e ela em seguida entrega suas mãozinhas para serem depositadas as palmadas; O CONTROLE EMOCIONAL ou represar as emoções foi vivido precocemente, uma infância sem aviso.
Nula era a razão da brincadeira, levanta-se, examina suas mãos carmesins; em culpas coloca seus brinquedos reciclados em sacolas, encerra sua imaginação infante, passa pela suntuosa boneca e declara: - ASSIM COMO VOCÊ, SOU EU - Trancada, sem atenção, sem conversa, em silêncio vive, sem sinal, dentro de uma caixa assim estou.Muitos anos se passaram:
- CADÊ A BONECA?
Foi tragada pelo tempo, desapareceu, não estar no lugar, e ela declarou: - ASSIM COMO VOCÊ, SOU EU - Livre, amada, curada e lembranças para muitos.
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...se um brinquedo quebrar em meio as brincadeiras...que bom...uma criança deu risadas e fez histórias...

12 de fev. de 2011
SEM FRAGMENTOS...
A primeira atitude ao entrar em casa: - Quero papel e lápis...

Pronto! (Entrega-me satisfeito! Não sabe ele que estou aqui compartilhando)
É muito gratificante ter "olhos que espelham" tanto amor.Não um projeto, produto, troféu ou um pedaço de argila que você possa moldar como obra de arte.
Uma criança que vai prosperar se você permitir que ela seja protagonista de sua própria vida.
Ame-o.
Sem ser super protetora. Disciplina sem rigidez de “sargentona” preparando soldados para matar islâmicos fanáticos.
Mãe destemida, presente, valorosa; que o inspire, a saber escolher a mulher que será a sua esposa.
O modelo de mãe que ele está vendo, é o modelo de esposa que ele desejará.
Ore sempre com ele. Ore do jeitinho dele, com frases que ele entenda. Cante com ele. Canções que você possa inventar enquanto ele adormece.
Coloque-o diante do espelho e ensine-o a ser um orador.
Inspire-o.
Seja você a inspiração desse menino que cresce debaixo das suas asas. Mas acima de tudo, debaixo da proteção do Altíssimo.
Não o force a ser o melhor menino da rua. Não. Nada disso. Ensine-o a ser responsável. Alguém que já é esperança para muitos...
AMO ESSE MENINO COMO SE FORA MEU.
24 de jan. de 2011
JANEIRO/2011 EM FRAGMENTOS
Sinto saudades, estivemos privados... (estamos).
Sei que estaremos juntos e os seus olhos estarão espelhando melhor nossas vidas...
Menino que cresce, cresça junto de mim.
Ah Israel! Que saudades! Dias contados pra te ver!
Amo você, filho amado!
19 de jan. de 2011
RELÂMPAGOS E TROVÕES
“Vejo um ARCO-IRIS”Multíplices acontecimentos, figuro um forte vendaval que surpreende pela força entusiasta dos ventos, foi nesta pressão que ignorei qualquer proteção e não enxergava o que realmente valeria a pena; “alguém”, lembrou-me o que primordialmente deveria preservar: A MINHA VIDA.
O que aqui posto tem para mim grande valor, mas prefiro que seja a contento.
Estive em crises há mais de um ano, suplantei minhas expectativas, o que acreditei eram abstrações, projeto de casa nova, curso dos sonhos, trabalho medrado e bem colocado. Certa de que a solidão estaria ao longe.
Tudo ao meu ver - no lugar.
O ano de 2010 é como bater os pés numa porta, no anseio de desgrudar qualquer resquício do passado, precisei aprender a organizar “fora do lugar“.
Minha imagem era aparentemente desértica.
Conheci uma pessoa que excede dignidade, refinamos conversas, inúmeros assuntos, e um dos melhores: A GRAÇA E O PODER DE DEUS.
A música o seu fascínio, a primeira etapa foi me moldar aos clássicos, compreender as composições de Bach.
Sentia-me segura, numa relação brandida, onde não precisava falar muito, fui conferida pela motivação, essa motivação que nos levanta à procura da existência.
Era andar em noite de lua clara, e sentia que estava ao meu lado, uma descrição justa.
Sua amizade inexplorável, não se cansava em falar do valor da coragem e o NÃO SENTIR MEDO, não permitia que o medo forçasse uma face esculpida por Deus, esconder-se no lençol.
Proporcionou-me o gosto do bolo de chocolate com ameixas, sabor que traduzia uma infância.
Fui por vezes zelada, aprendi a ser criteriosa no amor, em não articular muletas, mostrou-me na sutileza e na exigência como deveria me impor.
Este vídeo fala de um menino que o representa:
Além das minhas forças, era esse nível de sentimento, pensava eu que se tratava de um desafio insuperável, e durante esse período, fui acompanhada num divã de amor, creio que não merecia.
Passei a ser preservada como uma safira.
Sua amizade me mostrava toda complexidade que jamais consegui ver nas pessoas e situações, revelo nossa amizade, como sendo parte do que DEUS assim, permitiu.
Estivemos distantes “em silêncio“, como quem quer saber o resultado do que se aprendeu, aplica-se a liberação do selim da bicicleta, para saber realmente se os ensinos nas horas de dedicação e finco foram absorvidos.
Certa de não está só ao seu lado estive, em meio aos turbilhões de estantes devastadas pelas circunstâncias, fui apreciada nos tombos, e por feridas - o objetivo era a cura.
Falar de cura era o seu alvo, querendo que nada passasse por mim sem que analisasse primorosamente.
Até que o JARDIM ESTEJA PRONTO e o Mandacaru nascerá uma linda flor.
Não temas diante deles; porque estou contigo para te livrar, diz o SENHOR. (Jeremias 1:8)
22 de dez. de 2010
BOLAS COLORIDAS DE PAPEL
Outro dia ouvi de uma grande amiga que o seu filho chorou no ano passado, quando viu sua árvore de natal feita de cipó - um tipo de planta sarmentosa de hastes compridas, dada na vegetação sertaneja. Visto que era opção da escolha natalina dela, por ser algo fora do convencional, mas a dendrolatria explicita da mídia sugere uma árvore natalina específica, tipo pinheiro verde, vistosos e com seus surpreendentes enfeites. Assim, neste ano ela declarou que realizaria o desejo do seu filho, com a esperada árvore de natal. A língua materna é universal, compreendemos sem muitas palavras.Naquela tarde recordei da minha infância, lembrei-me de quando escolhia a melhor planta da casa, um aparente pinheiro e criava os meus próprios enfeites. Ahhh! Longe dos padrões religiosos, ignorando as origens natalinas, apenas a inocência justifica: As crianças têm um viver mais simples.
Lembrança de sentar no chão, com papel e lápis de cera, pintando folhas brancas e colorindo cada uma delas, amassando-as, formando bolas, amarrando linhas e pendurando na satisfação, era assim.
No crescer apagamos da memória muitos desejos e esquecemos de sonhar...
Pouco a pouco vamos definindo conceitos e pré-conceitos, e as luzes se apagam dando lugar a ignorância, ausentando sensivelmente um período salutar para todos os povos.
Representando de forma livre e sublime qualquer expressão de amor nestas festividades de final de ano.
Desejo-lhes um FELIZ NATAL (Antes não falava) e um ANO NOVINHO de bênçãos incontáveis.
Mateus 2:2
Dizendo: Onde está aquele que é nascido rei dos judeus? Porque vimos a sua estrela no oriente, e viemos a adorá-lo.
11 de nov. de 2010
21 de out. de 2010
20 de out. de 2010
MESA DE NEGOCIAÇÕES
Regularmente preparo posições de inadimplências educacionais, observara um crédito jamais usado, a aluna não apareceu para receber o seu direito, e por fim a pasta foi guardada sem muita atenção.Uma aluna, senhora de aparência indígena, acanhada apresenta sua dívida, chora ao deparar-se com seu sonho longínquo: Concluir sua Licenciatura em Letras.
Fiquei enternecida pelas lágrimas, mas comum ao caso de tantos outros que cruzam a minha porta. Respeitei em silêncio, as palavras por mim foram “escusadas“, aguardei até acalmar-se.
Normalmente conjugada pela profissão, tenho sempre caminhos, ou fórmulas para equacionar qualquer dívida, mas naquele instante, bastava-me o silêncio em compaixão.
E o que fazer?
Para distraí-la passei a entrevistar detalhes da sua vida, não um interrogatório, mas por distração. Complexa e cruel dívida, estava além do seu orçamento. Percebível sua frustração e dor, o vislumbre da fronteira, era só atravessar, chegar e tomar posse do seu sonho.
Tão-logo descobri que ela era da TRIBO ATIKUM, o nome dessa tribo encheu-me de lembrança de que era a índia contemplada, a tão DESTINADA ALUNA DO CRÉDITO EDUCATIVO – FUNAI.
http://www.arara.fr/BBTRIBOATIKUM.html
Saí à procura da tal pasta, e com o convênio em mãos, perguntei:
VOCÊ CRER QUE JESUS CRISTO PAGOU NOSSAS DÍVIDAS, É PURO E SANTO?
Tão triste, de olhos marejados e surpresos, respondeu-me que sim.
E foi neste momento que Deus estava querendo que eu mesma aprendesse a lição, pois antes dela entrar na sala, encontrava-me debilitada e vivendo um orgulho puramente humano.
Declarei: - Assim como Ele pagou todas as nossas dívidas, basta crer, de igual modo, mesmo tão inferior exemplo, a sua DÍVIDA ESTÁ QUITADA, SUA MATRICULA GARANTIDA, E TODOS OS DEMAIS PERÍODOS.
A Aluna da Tribo Atikum, perplexa com a notícia, foi conscientizada pelo fato.
Difícil é trazer ao outro um sorriso. Mas, quebramos juntas o clima de tristeza e principalmente na permissão de Deus.
Exclamei: - COMO DEUS É BOM! ALEGRE-SE E QUANDO CHEGAR NA SUA TRIBO, DANCE O “TORÉ”! rsrsrsr (Toré é uma dança sagrada e típica de celebrações indígenas).
A Biblia nos ensina que devemos propagar o evangelho e lembrar que todo aquele que nele crer, serão salvos, nossas dívidas foram pagas. Muitas vezes, estamos presos, envergonhados por sermos devedores, mas creia que nenhum filho de Deus tem dívida, porque a maior dívida ele pagou.
Essas que nos entristecem, tira o nosso sono, desestabiliza nossos sonhos são efêmeros.
De posse desse CRÉDITO DIVINO, devemos agir como cumpridores dos nossos compromissos, colocando nossas bênçãos materiais, como plano perfeito nas mãos de Deus, e Ele nos fará prosperar, no mais simples e humilde, conforme nossas necessidades.
Apraz saber que, assim, de forma perfeita o Senhor vem nos mostrar todos os dias, a nossa capacidade construída por Ele e com Ele em nós.
18 de out. de 2010
CADEIRA DE CRIANÇA
Há um ano atrás, procurei um senhor de meia idade, educador, geólogo, protetor da Caatinga, de andar tranqüilo, de expressão séria, de boa escuta e ar paternal.
Ao longe, ouvia-se gritos e vozes frenéticas, eram crianças desobedecendo aquele silêncio, o zunido do vento visitava-nos por uma janela sem cortinas, e num bater de porta era o único que introduzia o assunto, contrariando minha ansiedade.
Os meus olhos, denunciava obstante declaração de abatimento, a mordaça era percebível, suas primeiras palavras: - Você estar “judiada!"
Orgulhosamente cuidada pensei: SE EU TIVESSE PAI, ESSA SERIA A CENA VIVIDA.
A mordaça é retirada, não por força, nem por sopro, mas pelo molhar das lágrimas.
Diante dos fatos, nada poderia fazer, o mais seguro era permanecer no telhado, esperando a enchente passar, descer cuidadosamente para saber o que restara, deparei-me com a devastação.

Obrigada sr. HomemBom, por ter recebido o meu filho Israel nos primeiros anos da sua vida escolar!
"E disse-lhe Deus em sonhos: Bem sei eu que na sinceridade do teu coração fizeste isto; e também eu te tenho impedido de pecar contra mim; por isso não te permiti tocá-la. Gênesis 20:6"





