É pra você...
Sem face...
Elas não darão a resposta, o gemer frio da angustia abafa em silêncio. Uma mente doente sem acolhimento familiar, e que vive num sistema cauterizado de uma sociedade desvestida.
Arma em punho, coragem pérfida, velocidade brutal, foi assim que hoje o desespero atropelou a esperança.
O lugar do saber, da preparação, da pesquisa, da construção, da segurança, da disciplina, do ensino-aprendizagem e do futuro, foi cenário sem holofotes, mas clarões foram vistos, destruindo sonhos e vidas investidas, com faces rosadas dos poros da juventude.
Pais, Mães, Familiares... Estamos em sentimentos, como parte da mesma família, que ver nossos filhos em saída no uso dos seus passos, e seus pezinhos são impedidos de continuarem...
Deus É e será sempre o CONSOLADOR!

Numa extremidade a figura materna e noutra a paterna, posturas rígidas, braços de gessos cruzados, costas como escudos e na ponte dependura em fina corda o filho; esse é o desenho da atitude conjugal numa separação.
Conheci uma menina em seu frescor, em botões, em sonhos e em caminhos planos ...
A imaginação infante não se explica, mesmo sem o preparo da fala, demonstra em expressões.
Nula era a razão da brincadeira, levanta-se, examina suas mãos carmesins; em culpas coloca seus brinquedos reciclados em sacolas, encerra sua imaginação infante, passa pela suntuosa boneca e declara: - ASSIM COMO VOCÊ, SOU EU - Trancada, sem atenção, sem conversa, em silêncio vive, sem sinal, dentro de uma caixa assim estou.

Pronto! (Entrega-me satisfeito! Não sabe ele que estou aqui compartilhando)
É muito gratificante ter "olhos que espelham" tanto amor.
“Vejo um ARCO-IRIS”
Outro dia ouvi de uma grande amiga que o seu filho chorou no ano passado, quando viu sua árvore de natal feita de cipó - um tipo de planta sarmentosa de hastes compridas, dada na vegetação sertaneja. Visto que era opção da escolha natalina dela, por ser algo fora do convencional, mas a dendrolatria explicita da mídia sugere uma árvore natalina específica, tipo pinheiro verde, vistosos e com seus surpreendentes enfeites. Assim, neste ano ela declarou que realizaria o desejo do seu filho, com a esperada árvore de natal. A língua materna é universal, compreendemos sem muitas palavras.Naquela tarde recordei da minha infância, lembrei-me de quando escolhia a melhor planta da casa, um aparente pinheiro e criava os meus próprios enfeites. Ahhh! Longe dos padrões religiosos, ignorando as origens natalinas, apenas a inocência justifica: As crianças têm um viver mais simples.
Lembrança de sentar no chão, com papel e lápis de cera, pintando folhas brancas e colorindo cada uma delas, amassando-as, formando bolas, amarrando linhas e pendurando na satisfação, era assim.
No crescer apagamos da memória muitos desejos e esquecemos de sonhar...
Pouco a pouco vamos definindo conceitos e pré-conceitos, e as luzes se apagam dando lugar a ignorância, ausentando sensivelmente um período salutar para todos os povos.
Representando de forma livre e sublime qualquer expressão de amor nestas festividades de final de ano.
Desejo-lhes um FELIZ NATAL (Antes não falava) e um ANO NOVINHO de bênçãos incontáveis.
Mateus 2:2
Dizendo: Onde está aquele que é nascido rei dos judeus? Porque vimos a sua estrela no oriente, e viemos a adorá-lo.
Regularmente preparo posições de inadimplências educacionais, observara um crédito jamais usado, a aluna não apareceu para receber o seu direito, e por fim a pasta foi guardada sem muita atenção.
Saí à procura da tal pasta, e com o convênio em mãos, perguntei:
VOCÊ CRER QUE JESUS CRISTO PAGOU NOSSAS DÍVIDAS, É PURO E SANTO?
Tão triste, de olhos marejados e surpresos, respondeu-me que sim.
E foi neste momento que Deus estava querendo que eu mesma aprendesse a lição, pois antes dela entrar na sala, encontrava-me debilitada e vivendo um orgulho puramente humano.
Declarei: - Assim como Ele pagou todas as nossas dívidas, basta crer, de igual modo, mesmo tão inferior exemplo, a sua DÍVIDA ESTÁ QUITADA, SUA MATRICULA GARANTIDA, E TODOS OS DEMAIS PERÍODOS.
A Aluna da Tribo Atikum, perplexa com a notícia, foi conscientizada pelo fato.
Difícil é trazer ao outro um sorriso. Mas, quebramos juntas o clima de tristeza e principalmente na permissão de Deus.
Exclamei: - COMO DEUS É BOM! ALEGRE-SE E QUANDO CHEGAR NA SUA TRIBO, DANCE O “TORÉ”! rsrsrsr (Toré é uma dança sagrada e típica de celebrações indígenas).
A Biblia nos ensina que devemos propagar o evangelho e lembrar que todo aquele que nele crer, serão salvos, nossas dívidas foram pagas. Muitas vezes, estamos presos, envergonhados por sermos devedores, mas creia que nenhum filho de Deus tem dívida, porque a maior dívida ele pagou.
Essas que nos entristecem, tira o nosso sono, desestabiliza nossos sonhos são efêmeros.
De posse desse CRÉDITO DIVINO, devemos agir como cumpridores dos nossos compromissos, colocando nossas bênçãos materiais, como plano perfeito nas mãos de Deus, e Ele nos fará prosperar, no mais simples e humilde, conforme nossas necessidades.
Apraz saber que, assim, de forma perfeita o Senhor vem nos mostrar todos os dias, a nossa capacidade construída por Ele e com Ele em nós.

Obrigada sr. HomemBom, por ter recebido o meu filho Israel nos primeiros anos da sua vida escolar!
"E disse-lhe Deus em sonhos: Bem sei eu que na sinceridade do teu coração fizeste isto; e também eu te tenho impedido de pecar contra mim; por isso não te permiti tocá-la. Gênesis 20:6"
Sua origem latim “gratia”, ficar grato significa ser agraciado, é uma atitude pródiga “retributiva” e altruísta, numa essência de crescimento ao outro. A gratidão fortalece todo e qualquer vínculo, no entanto, a debilitante ingratidão enfraquece vínculos.
Os males da ingratidão surgem como pretextos em desabafos, mas na verdade são atitudes lamentáveis, ou seja, passos largos para neutralizar uma ação melhor.
Ultimamente, estou mais sensível à questão do LAR, da CASA, e o quanto é importante, pois vem traduzir um pouco do que somos, ou queremos expressar, é como se a CASA fizesse parte de uma inspiração. É nela que guardamos os nossos segredos materiais, como retratinhos, bilhetes, fotos, cacarecos, plantinhas e o cheiro nosso.
E assim, despeço-me.
Uma pergunta líder - será possível a resposta dessa busca? Ser ou equivaler à felicidade entre um homem e uma mulher, num contrato comum com o termo mais grifado, destacado e declarado: O AMOR.Mas tento expressar o que antes busquei, o que encontrei e, por conseguinte descartei averbada, ou corajosamente.
Não quero focar a felicidade apenas como um bem estar, mas o que implica o abdicar a satisfação pelo o outro.
Antes, porém, visando à felicidade não como uma posse adquirida, mas uma entrega ousada de dois seres que pensam ter autoridade em dar garantias, na inocente visão apaixonada que se embriagam pela porção do "amor", asseguram promessas e até assinam tratados. E imperiosamente, ambos crêem que não existe outro casal mais feliz que eles, despretensiosos permitem a moldura do modelo e demonstram prosperidades afetivas.
Tudo isso é maravilhoso, é por boa fé, pela alegria de ser mutuamente apreciados e admirados, tornam-se dois seres atraídos um pelo outro, até se firmarem internamente, e se jorram no gozo de ser uma só carne.
Não existe SER FELIZ = Homem e mulher. Quem garante?
Existe SER FELIZ = Homem e Mulher. Quem garante?
Os relacionamentos mudam, os sentimentos mudam, porque os administradores são mutáveis, são Homens e Mulheres, cada um com um nível diferente, mas não existem conselheiros de si mesmos. As mudanças abruptas surgem e são derrocadas as relações.
Se consultarmos um casal e fizessemos uma entrevista, perguntando o que ele busca nela, principalmente num casal em crise, certamente a lista das reclamações será bem semelhante. Porém, tudo se repete como peças de dominó empilhadas verticalmente em equilibro, e por um breve vento lança a porta, e todas peças caem, e caem sem dá tempo de recuperar uma sequer.A lista das reclamações é semelhante sim, aprendi que - todo rompimento tem dor, é necessário manter o bom senso e não retirar do outro as suas qualidades e a possibilidade de reestruturar sua vida, a partir da separação.
A diferencia é a descoberta de que não era com aquele parceiro ou parceira, pois, quando não se olha com os olhos apaixonados, qualquer esforço do outro, torna-se em vão.
Enquadrando a minha experiência de uma separação, permiti o sofrimento durante os combates, após a passagem deles, o que restou foi à consciência de que sou um SER FELIZ.
Os solteiros têm sua individualidade exercida, essa individualidade é como uma preparação do que vem ser à seguir, em tempos passados o casamento era visto como um escala da vida humana, puramente para constituir família, e pouco se discutia conflitos, confundia-se submissão feminina com medo do cônjuge. O comportamento familiar diferenciava apenas das regiões geográficas e culturais.

Existem muitos Homens e Mulheres, difícil é o encontro: Achar a CARTA de “AS” (Amor para Sempre).
E quando encontramos a Carta de AS, exoneramos a individualidade, e passamos a projetar o desejo de FELICIDADE na responsabilidade do outro, é como um semáforo quebrado - um espera numa extremidade da rua o momento de atravessar; o outro do mesmo modo, e o tempo passa e passa, até que ambos olham sinceramente permitindo em SINAIS que o outro atravesse a rua com segurança. Mas quando sabemos esse momento? É preciso mais que leitura de trânsito para compreender o momento, é preciso sensibilidade e ambição pela vida A DOIS.
No segundo parágrafo desses escritos, contraio-me quanto a falar que não estou na melhor situação, para abordar o tema.
O que busquei? O que encontrei? O que descartei?
Busquei – Abdicar de uma individualidade, ser prioridade, construir uma família, viver uma paz a dois, ser desejada e necessária, ser cúmplices de erros e acertos, e a tão esperada declaração: SER FELIZ.
Encontrei – Realização de projetos, satisfação nos momentos críticos, cumplicidade, integração, paz a dois e a tão esperada pergunta: SOU FELIZ?
Descartei – O silêncio que veio como fogo, devastando o que se tinha plantado, buscado e encontrado, e daí se firmou a tão esperada confissão: SIM! SOU MESMO FELIZ.
O ser feliz, não é toda uma história e não depende de outra pessoa, tudo vagueia transitoriamente, conforme os momentos, os sentimentos e circunstâncias, não existe uma fórmula dessa embriagues e nem um antídoto para a "razão" ser salva.
Esse é um compromisso que se espera de um relacionamento, é saber que ambos necessitam de perdão, pois somos falíveis.
Num dado momento, alguém me falou que eu não deveria dá conceitos aos meus sentimentos, nem afirmar o que sinto do outro, a exemplo, foi lançado à questão de uma pessoa inconveniente, no qual, não deveria dizer a famigerada frase: VC É INCONVENIENTE. Mas que deveria dá sinais apenas para que o outro perceba e reflita na sua inconveniência.
Como esse amigo se sentiria? Sem chances de diálogo? Ou uma defesa? Será que ele compreenderia de forma padrão que é um ser inconveniente?
Ainda na minha reflexão, penso que é comum uma atitude dessas, de sair à francesa das situações e amizades. Diferente e especial, é chamar olho a olho e falar dos pontos que constrange o outro, mesmo tão desgastante, porém, imprescindível. Porque, não estamos num relacionamento homem e mulher tratando de maneiras comportamentais e sim de uma vida.
Quando conhecemos alguém não há silêncio, um quer mais e mais ligações, impressionar e até mesmo centraliza toda atenção. Fácil é o desprezo e o retorno inerte.
Num casamento traçamos um percurso, um mapa que é colocado na mesa e delimitamos as passagens, é como se fossemos DEUSES DAS NOSSAS VIDAS.
Por isso, quando se tem por finalizar um casamento, nem sempre é fácil, não apenas um afastamento de corpos, é um distanciamento nos projetos de uma vida toda. Nem sempre os cônjuges são conscientes de que precisam lembrar do antes, de quando cada um, era um ser individual. Primeiro porque, o peixe que vive no aquário conheceu o mar.
Uma vida condicionada à parceria, assumir que fracassou nem sempre é fácil, os descasados sofrem preconceitos sociais, familiares e até religiosos, são como pessoas descartadas, até que novamente sejam enamorados pelo renovo.
Não é fácil! Muitas questões íntimas são coagidas, em conversa com uma mulher casada, percebi que a mesma privava o seu homem de uma vida sexual normal, permitida pela própria natureza de fêmea e macho. Precisei falar de I Cor 7, para alertar o quanto sua sentença era desonesta, em privar o seu homem e lançá-lo ao perigo. E pela ousadia do momento falei: LIBERE-O.
Claro que essa não era a solução, mas mesmo casados ainda mantemos a LEI DO INDIVIDUALISMO que vem publicada dentro de nós. E ainda justificamos a individualidade como: Personalidade.
Os momentos românticos vão desvanecendo, e o período dos conflitos precisando de reflexão, o casal não tem como diminuir as discussões, gradualmente e discretamente as diferenças apontam e a ruptura não será surpresa.
A fidelidade não é quando o CONTRATO É ASSINADO, mas também em meio à ruptura, é necessário manter-se leal, nas decisões e no novo rumo distinto de cada um, para que não façam amargar vidas que nem esperavam pertencer ao naufrago matrimônio: OS FILHOS.
E mesmo querendo a felicidade, ela não é absoluta em todos os momentos da vida, é subjetivamente conceituada, mas sabemos quando sentimos.
Felicidade...
Depois tudo!
Depois dores sem remédio!
Depois tédio!
Depois nada!
E é dessa sobranceria que quero falar, o orgulho é camuflado pelo “amor próprio”, e essa bandeira fica hasteada no topo, quem vai sair bem? Em meio aos projetos demolidos? O mote é: Salve-se quem puder!Não importa a velocidade, nem a segurança do veículo que transporte às vidas sem rumo, por que é tão difícil esse resgate?
O casamento não é somente de DUAS pessoas, abrange muitos envolvidos, onde a frase: “Marido e mulher ninguém mete a colher”, é um termo apenas para que os outros envolvidos não tenham nenhuma responsabilidade, caso um necessite de um apoio e até mesmo um acompanhamento especializado. Não se “mete a colher” no sentimento, no gozo dos dois, mas é pertinente em conflitos, espera-se algum mediador. E quem quer fazer esse papel? Nem sempre a família tem instruções niveladas a aceitação dessa intervenção e o casamento vai por perecer.
Nada se faz só, até mesmo uma masturbação não substitui uma relação sexual, essa é uma frase que uso para chocar toda a altivez e alta suficiência de quem se acha que SOZINHO SE BASTA.
Não queremos viver sozinhos, mas não queremos viver acompanhados e solitários. E no castelo da felicidade pouco a pouco são construídos cômodos bem parecidos com o da Torre de Babel.
E por que descartei?
Descartei, o que chamo de migalhas, viver na incerteza de que aparecerá a qualquer momento um lançamento do final do saquinho de pipocas, e saciara minha fome e os meus traumas.
E quando falei, precisamos ser leais, é assumir seus traumas e descobrir até que ponto você lançou uma conta para que o outro pague, coisas que ficaram mal resolvidas nas raízes familiares de onde você surgiu como individuo único.
Intimamente eu declaro: Não venho de uma família “normal”, emergi de conflitos graves, e projetei em mim mesma, o DESEJO de ter uma família, e todo desejo têm FORÇA.
Esse desejo de paz, de construção, de amor único e verdadeiro, foi o que busquei, mas encontrei muito mais do que busquei, compreendi que não existe AMOR ÚNICO E VERDADEIRO, existe apenas AMOR e isso basta, quando se é amor é amor e simplesmente, nada mais...
Tracei pensando não está traçando metas sozinhas, desejei uma família, um lar e filhos, sem soberanias, apenas no desejo de cumprir o que me faltava lá atrás...
Na minha separação, não coloquei o meu interesse material, não existia apego a nada, deixo aqui registrado que minha primeira venda foi o fogão da cozinha, simbolicamente estava me desfazendo do alimento e da construção, da chama acesa de uma vida que se apaga.
Está casado hoje, é ser antes uma definição de coragem e enfrentar uma separação certa do adeus é antes, porém, uma definição de heroísmo, um heroísmo sem virtudes, algo que amarga na insônia e na incerteza de enfrentar os dias que virão.
Mas, tudo isso tem uma faceta, é um GRITO DE LIBERDADE, uma liberdade acanhada e discreta.
Somos seres que enfermamos mas somos seres de cura.
Concluindo essa reflexão de SER FELIZ – HOMEM e MULHER
Assemelhamos essa reflexão, como propósito na vida a dois, e somos exigentes em alcançar, levamos em conta o propósito de Deus que deve ser levado em consideração, para que a nossa soberba não seja maior de todas as razões, não posso deixar de lembrar aqui, na visão cristã que Deus identifica a valorização do relacionamento conjugal. Muito embora, a religião quando entra no quarto do casal, torna-se um ópio, com regulamentos e deságua para a ignorância.
É no casamento que exercemos o que sonhávamos no quarto de solteiro = que são os sonhos, as atitudes, os compromissos, tudo que implica uma vida a dois e mais, compartilhamos os corpos. O contato, a chama e toda virilidade que a saúde que te beneficia, sem negações, não permitindo a libido ser um terceiro plano de um ato conjugal.
É aceitar as limitações do outro, oferecendo o seu melhor para o complemento, é dá um grito se necessário, é bater na porta do carro com força, é lançar um celular contra a parede, e depois falar: JÁ PASSOU...
Mas, existe um bater de martelo nesse tribunal e o som do impacto é: ...AMOR.E quando você não ouvir esse som, compreenderá que lutar nesse resgate, sem orgulho nenhum, sem atribuir buscas de felicidades ao outro, sendo leal com si mesmo, e respondendo: EU NÃO AMO, - e liberará o outro com toda dor de rompimento, arcará com imprevistos com filhos ou não, e seguirá, não se sentindo no infortúnio, sem alto flagelo, mas responsável perante DEUS e perante os Homens que só existe uma pessoa responsável por sua felicidade: VOCÊ MESMO
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Este texto foi escrito para o meu irmão Milagro, quando perguntou se ainda exista felicidade.


Muitas vezes aplicamos essa virtude nos momentos mais delicados na vida, são pedras colocadas criteriosamente para obtermos os melhores resultados, é sossegar naquilo que se espera com perseverança.