Saudades...
Em 2012 ainda não abri nenhuma postagem, asseguro que não foi por falta de inspirações, aliás, tenho uns postes prontos bem interessantes para publicar.
O pensador: ‘E que a minha loucura seja perdoada. Porque metade de mim é amor e a outra metade...também”. é o mesmo da Música Estrada Nova, Oswaldo Montenegro.

E pergunto: Quanto tem em nós de lagartas, casulos e borboletas?
Lagarta = Tempo de buscar (mesmo incomodando), de fortalecimento, de ação e de caminhadas.
Casulo = Tempo de silêncio, da espera e quietude.
Borboleta = Tempo da beleza, do resultado, da apreciação e da liberdade.
SIM, QUEREMOS CONHECER AS BORBOLETAS!
{Para os curiosos, ele tirou nota: 8,5}
No dia das crianças, fui surpreendida por um menino, falando orgulhosamente: PAPAI ME DEU UMA ARMA!!!!
Essa imagem representa o ORGULHO QUE SE DEVE TER!
Os dois bem animados logo na chegada ao Circo, observei que não continha animal algum, talvez por lembrar da tramitação da Câmara Federal, quanto a exploração de animais em espetáculos. Fiz uma observação discreta, sem alardes, embora ser um bom tema introdutório para debates futuros, mas inicialmente não pretendia colocar peso e dá conceitos na entrada ante ao picadeiro.
Primeiro o “palhaço”, perguntou o nome de cada menino, e em seguida fazia gracinhas com as pronúncias dos seus nomes.
Ecoam gargalhadas! (Pensei: TEM ALGO ERRADO COMIGO, pq não encontrei graça). [2]
_VOCÊ VEIO COM SUA MAE? Perguntou o Palhaço “entre aspas”.
_Não! Vim com meus colegas. Responde o garotinho (que mexeu os quadris)
_AINDA BEM QUE NÃO TEM NINGUEM AQUI QUE TE CONHEÇA. Afirma o "palhaço", admitiu o fato ridículo que estava submetendo a criança
Nenhum menino foi poupado, foram chamados de: Misérias, cães, pestes e palavras de infortúnios que não reprisarei.
Mesmo impotente, certa de que não poderia ir ao picadeiro e tirar cada menino dali. Uma humilhação patética era uma navalha: PROIBEM OS MACACOS, E FINCAM AS CRIANÇAS NA "MOLESTAÇÃO DE CARATER MORAL".
Que permissividade na diversão medíocre, fomos capazes não aplaudir os números com animais, porque precisamos aceitar isso?
E o Poder Público?
Será que vai se tornar "cultura"?
Escolher crianças para rebolarem freneticamente e serem chacoteadas na equivalência sexual?
Será que a sociedade evoluiu mesmo, em que os romanos lançavam os homens para os leões devorarem a fim de divertimentos? Esses números foram eliminados com a evolução cultural, mas hoje, lançam crianças em sua inocência e são abertamente ridicularizadas.
O meu filho não foi o ESCOLHIDO PELO PALHAÇO, mas não minimiza minha tristeza e indignação. Altos palavrões e falta de criatividade, presenciei aquela encoberta perversidade, desmerecendo a criança e colocando-a como um animal irracional, apenas para alegrar os “sem graças”.
Existe brincadeira inerente as apresentações saudáveis. Será que esse adulto TEVE UMA INFÂNCIA NORMAL? Ou quis usar as crianças como espelho do seu próprio mal e desgosto?
Lamento por ter mostrado ao meu filho uma grande farsa no picadeiro: AQUELE “PALHAÇO”.
PARABÉNS AO VERDADEIRO CIRCO, que adoça a criança!
Essa “ingenuidade” é atribuir uma simplicidade extrema ao outro, a falta de bom senso quando falamos tolices e disparates; ou alguém que crê com facilidade em tudo e todos por ignorância.


O Pai Americano: Inteligente, intenso, discreto, sincero, argumentador, sensível, equilibrado, sonhador, sentimental e de natureza sociável.
Sua incansável tentativa por justiça, sem medos das mudanças, mesmo com razões que para alguns seja incompreendida.
O “brilho maior” é o direito de toda criança ser amada.
O homem só dá aquilo que tem, encontrei nele muita vontade de cuidar e amar à tão linda flor (sua filha), nas tantas mudanças marcou-se à hora de florescer.
Testemunhei um cuidado disciplinado, calmo e vigorosamente aplicado, bom senso gracioso, e da sua parte não existiu algo que se destoa.
Manter esse convívio “pai-filha” - é acertar o quanto um pode ser encantador para o outro, há vantagens nessa relação que cresce afetivamente.Ele, o Pai Americano, quer mergulhar de forma sincera na paternidade, capaz de ser submerso por zelo e preservação.
Antes, estive me perguntando, qual preço teria que pagar para centralizar a atenção do meu filho Israel, nós mães achamos que temos mais dos nossos filhos, é um equivoco presumir.
Ninguém substitui uma mãe e ninguém substitui um pai, não importa em que grau seja essa ligação.
Não posso apagar nenhuma linha da historia do meu filho, afinal, ele foi amado e desejado antes, durante e após o seu nascimento, aceitar sua história é respeitar sua vida individual e sem egoísmos.
O Sertão Pernambucano é nossa Pátria com seus preconceitos e rumores de violências, mas ainda extraem-se raízes boas de um povo plural, e foi nesse jardim que Deus escolheu para o Pai Americano “paternar”, nesse berço cultural complexo.
No "O lado pesado da balança", tópico que retrato a indiferença da justiça no tratado quanto ao destino em seus acordos e julgamentos.
O mais importante de tudo e soberano acerto, é o bem estar das crianças, sem que nenhum adulto use de elementos para alienar esses pequeninos, para que cresçam saudáveis, constantes, alegres, prósperos e aos poucos o melhor depreender dos sentimentos, que aflorará em seus coraçõezinhos: "O AMOR!"
Ao
THE AMERICAN FATHER, WITH LOVE!
Matthew H. Guidera, H.C.
Certified Holistic Health Practitioner
Regeneration & Nutritional Wisdom
http://www.renewyourfood.com/
http://www.brazilplantmedicines.com/


Coragem implica assumir uma preventiva e firme postura, contra o "despeito" pulsante de alguem.
Pois, o "bater no peito", ou seja, o insípido gosto da superior suficiencia nada mais é que uma embuste armadilha de tolo.
Despir a camisa, vai além do tecido, o que esconde a pele, esse tecido é corroído pelo tempo, um tempo que não se conta, não existe calendário, ou rotações com dimensões ordinárias.
Eis aí, algo que precisa ser tomado, por algo que se perdeu...
Não existe volta, pode ser que no "grito", seja escutado na saída do som ecoado.
Eis aí, levanta na força de Deus.
Somos frágeis, propiciáveis reações surpreendentes, descrevo minha insatisfação por coisas que não cabe a mim mudar, intangíveis...
Intolerante, procurando encontrar em mim a menina que contei ao meu filho Israel, ele sempre declara a frase: EU NÃO SEI! EU NÃO CONSIGO!
O autor Dr. Fabiano Hueb, reúne em capítulos sua experiência de continuar “paternando” numa leitura simples e direta, o sucesso que obteve advindo da relação harmoniosa - pai/filho, mesmo após sua separação.
O pássaro João-de-barro conclui seu aconchego, num galho de uma árvore, certo de que abrigaria sua família, inesperadamente um vendaval derruba sua casinha.
Dando vazão a minha resposta:Elas não darão a resposta, o gemer frio da angustia abafa em silêncio. Uma mente doente sem acolhimento familiar, e que vive num sistema cauterizado de uma sociedade desvestida.
Arma em punho, coragem pérfida, velocidade brutal, foi assim que hoje o desespero atropelou a esperança.
O lugar do saber, da preparação, da pesquisa, da construção, da segurança, da disciplina, do ensino-aprendizagem e do futuro, foi cenário sem holofotes, mas clarões foram vistos, destruindo sonhos e vidas investidas, com faces rosadas dos poros da juventude.
Pais, Mães, Familiares... Estamos em sentimentos, como parte da mesma família, que ver nossos filhos em saída no uso dos seus passos, e seus pezinhos são impedidos de continuarem...
Deus É e será sempre o CONSOLADOR!

Numa extremidade a figura materna e noutra a paterna, posturas rígidas, braços de gessos cruzados, costas como escudos e na ponte dependura em fina corda o filho; esse é o desenho da atitude conjugal numa separação.
Conheci uma menina em seu frescor, em botões, em sonhos e em caminhos planos ...
A imaginação infante não se explica, mesmo sem o preparo da fala, demonstra em expressões.
Nula era a razão da brincadeira, levanta-se, examina suas mãos carmesins; em culpas coloca seus brinquedos reciclados em sacolas, encerra sua imaginação infante, passa pela suntuosa boneca e declara: - ASSIM COMO VOCÊ, SOU EU - Trancada, sem atenção, sem conversa, em silêncio vive, sem sinal, dentro de uma caixa assim estou.

Pronto! (Entrega-me satisfeito! Não sabe ele que estou aqui compartilhando)
É muito gratificante ter "olhos que espelham" tanto amor.