Sabemos olhar!

31 de jan de 2013

MONOSSILABICAMENTE


"Neste mês de Janeiro/2013, passei por alguns infortúnios, houve dias em que imaginei não superar a brava engrenagem. Pensei que feridas cicatrizaram, mas era um “coscorão” que se formou apenas. Mantive boas conversas com ares de novidades, mas não deixei entrar todo o sanativo"  

Não adianta lamentar, é hora de limpar o estrago e lançar fora os avelhantados conceitos.

Tenho uma mente que produz, mas preciso que minhas mãos obedeçam aos comandos, estou mais lenta e ansiosa.


Uma vez, não lembro a data... Falei num programa de rádio, que preferia uma Cachoeira a um Lago, e construí a idéia de que o lago era com águas paradas, porém, próxima a cachoeira teria uma árvore com um ninho, e as muitas águas ecoantes não incomodava a ave e seus filhotes.  Hoje, nem sei mesmo o que quis dizer na época. É como se muito do que já disse ou escrevi, não fizesse tanto sentido.

Acho que estou vivendo o monossilabismo: SIM! NÃO! 



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